segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Loira, Rihanna estampa capa da Vogue
No melhor estilo "eu sou uma diva", Rihanna colocou uma peruca loira e posou poderosa para a edição de novembro da "Vogue" britânica. Apesar de ser considerada uma das maiores estrelas da música na atualidade, Rihanna tem apenas 23 anos. Parte deste amadurecimento, segundo ela disse em entrevista, veio da infância difícil por conta do vício em drogas do pai: "Eu vi muita coisa. Eu era muito madura para minha idade"
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Gossip Girl: Opinião: Guns atrasa, deixa público na chuva e tra...: Guns atrasa, deixa público na chuva e transforma encerramento em festa Axl Rose parece nunca aprender. Perde voo, chega atrasado e tem a...
Opinião: Guns atrasa, deixa público na chuva e transforma encerramento em festa
Guns atrasa, deixa público na chuva e transforma encerramento em festa
Axl Rose parece nunca aprender. Perde voo, chega atrasado e tem arroubos de diva. Pede zilhões de tranqueiras no camarim, segue acima do peso e volta e meia causa com a imprensa. Os grandes festivais também não aprendem. Continuam a apostar numa possível redenção do moço. O atraso de mais de uma hora e meia, tudo bem que ainda teve chuva, mostra o quanto cláusulas anti-atraso funcionam. Ou melhor, não funcionam.
No palco, o único da formação clássica é Axl e Dizzy Reed. O resto do time é novo. A abertura foi com “Chinese Democracy”, que até empolgou o público. Porém, quando entrou “Welcome to the Jungle” e o resto de clássicos, é que o Rock in Rio veio abaixo. O grupo de apoio de Axl é muito bom, mas Slash, Matt e Duff fazem muita falta.
De ponto positivo, o fato dele tirar um sarro dele mesmo e com a chuva. O negativo vai para além de não ser o Guns clássico, a voz de Axl. O eterno rei das rasgadeiras vocais falhou em alguns pontos. Se era o Guns que o Rock in Rio esperava para encerrar os trabalhos, era melhor ter trocado com o System of a Down. O SOAD seria um encerramento em alto estilo.
Gossip Girl: Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao R...
Gossip Girl: Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao R...: Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao Rock in Rio 2011 Não é por acaso que o homem que manda no Rock in Rio, Roberto Medina, di...
Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao Rock in Rio 2011
Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao Rock in Rio 2011

Quase com o dia raiando, Guns N´Roses põe fim ao Rock in Rio 2011
Não é por acaso que o homem que manda no Rock in Rio, Roberto Medina, diz que “fica sempre de olho nele”. Axl Rose provou no encerramento do Rock in Rio 2011, mesmo visivelmente fora de forma (não estamos falando apenas fisicamente) porque continua sendo um dos artistas mais improváveis da cena musical mundial.
Afinal, que outro artista perderia um voo fretado para o Rio de Janeiro, causaria boatos de cancelamento, atrasaria o show em 1h30 (deixando os fãs esperando na chuva), confundiria toda a imprensa com um set list de 36 músicas, das quais apenas 21 foram executadas, em ordem completamente diferente da divulgada, aliás, e, por fim, daria adeus às 5h05 da manhã? Isto é Axl Rose, este é o Guns N´Roses. Todo mundo já sabia disso.
Afinal, que outro artista perderia um voo fretado para o Rio de Janeiro, causaria boatos de cancelamento, atrasaria o show em 1h30 (deixando os fãs esperando na chuva), confundiria toda a imprensa com um set list de 36 músicas, das quais apenas 21 foram executadas, em ordem completamente diferente da divulgada, aliás, e, por fim, daria adeus às 5h05 da manhã? Isto é Axl Rose, este é o Guns N´Roses. Todo mundo já sabia disso.
O fato é que, alheio a todas estas polêmicas de atrasos, boatos e repertório fora de ordem, o fã da banda californiana formada nos anos 80 que veio à Cidade do Rock para matar as saudades do Guns N´Roses, mesmo com a chuva que castigou toda a apresentação, deixou o festival satisfeito com um apanhado de grandes sucessos da carreira do grupo.
Não ficou faltando nada: “Sweet Child O´Mine”, “November Rain”, “Paradise City” (mais uma vez a música de encerramento do show), e até mesmo a longa e saudosa “Estranged”, que não costuma constar no repertório da banda, estiveram presentes na apresentação mais longa da quarta edição brasileira do festival – com direito ainda a trechos solos de todos os integrantes.
O show
Com seu tradicional chapéu, além de uma capa de chuva no estilo fiscal de trânsito, toda amarela, Axl Rose subiu ao palco Mundo às 2h46 já de segunda-feira para sua quarta participação à frente dos Guns N´Roses no Rock in Rio (três edições brasileiras e uma européia). E a exemplo de suas apresentações no Brasil ano passado, o Guns deu o pontapé inicial com “Chinese Democracy” – do disco auto-intitulado, que demorou uma década para ficar pronto – seguida por “Welcome To The Jungle”, clássica de “Appetite For Destruction”, o primeiro sucesso comercial do disco mais bem sucedido do grupo.
Com seu tradicional chapéu, além de uma capa de chuva no estilo fiscal de trânsito, toda amarela, Axl Rose subiu ao palco Mundo às 2h46 já de segunda-feira para sua quarta participação à frente dos Guns N´Roses no Rock in Rio (três edições brasileiras e uma européia). E a exemplo de suas apresentações no Brasil ano passado, o Guns deu o pontapé inicial com “Chinese Democracy” – do disco auto-intitulado, que demorou uma década para ficar pronto – seguida por “Welcome To The Jungle”, clássica de “Appetite For Destruction”, o primeiro sucesso comercial do disco mais bem sucedido do grupo.
Do mesmo disco veio “It´s So Easy”, emendada em “Mr. Brownstone”, músicas que compuseram o primeiro single dos californianos, lançado lá atrás, em 1987, antes mesmo de Appetite impressionar a crítica e o mundo da música. De “Sorry”, voltando ao “Chinese Democracy”, e passando por um solo do guitarrista Richard Fortus, chegamos a célebre “Live and Let Die” – também marcante na voz de Axl em sua já veterana versão de Paul McCartney.
Não demorou muito o grande momento apoteótico do Guns neste Rock in Rio Rio: após “Rocket” e “This I Love”, o competente DJ Ashba, que teima em ser igual a Slash, no estilo e figurino, empunhou sua guitarra para o solo inicial e marcante de “Sweet Child O´Mine”. Seria “chover no molhado”, sem trocadilhos, dizer que a plateia foi ao delírio. Ainda mais pela sequência da apresentação: “Estranged”, de Use Your Ilusion, é daquelas músicas longas que não apareciam no repertório de Axl há um bom tempo.
Não demorou muito o grande momento apoteótico do Guns neste Rock in Rio Rio: após “Rocket” e “This I Love”, o competente DJ Ashba, que teima em ser igual a Slash, no estilo e figurino, empunhou sua guitarra para o solo inicial e marcante de “Sweet Child O´Mine”. Seria “chover no molhado”, sem trocadilhos, dizer que a plateia foi ao delírio. Ainda mais pela sequência da apresentação: “Estranged”, de Use Your Ilusion, é daquelas músicas longas que não apareciam no repertório de Axl há um bom tempo.
Com a capa amarela: apanhado de sucessos não escondem um Axl bem fora de forma
“Agora eu gostaria de chamar ao palco uma pessoa muito especial”, falou Axl, acenando para Beta Lebeis, além de outros membros de sua equipe. Lebeis é a brasileira, natural de Santos, famosa por ser “mãe-tatuada” do líder do Guns – já que desde 1993 ela é um tipo de faz tudo, braço direito para todas as ocasiões. “A próxima música vai para ela. ‘Better’ for Beta”, disse Axl, ganhando uns tapinhas da homenageada. “Ela me bate o tempo todo”, resmungou.Logo após a execução de mais um single de Chinese Democracy, Axl deixa o palco nas mãos do tecladista Dizzy Reed, o único integrante “da velha guarda” do Guns, que leva uma bela versão de “Tommy”, o musical baseado na “ópera rock” lançada em 1969 pelos ingleses do The Who. Após “Street of Dreams” e “You Could Be Mine”, outra menção honrosa para um grupo britânico: Richard Fortus tocou um trecho da guitarra de “Sunday Blood Sunday”, eterno hino do U2. Foi o tempo suficiente para que Axl se posicionasse junto ao piano para fazer jus ao temporal que insistia em castigar a Cidade do Rock: “November Rain”, a longa balada que nunca fica fora do set list – afinal, tempo não é problema para Axl Rose, certo?
Claro que não, tendo em vista que Ron “Bumblefoot” Thal também teve o seu solo de guitarra: o tema de Pantera Cor de Rosa arrancou palmas do público antes de mais um cover, este muito mais famoso, entrar em cena: “Knockink On Heaven´s Door”, de Use Your Ilusion II, lançado em 1991, ano em que o grupo veio pela primeira vez ao país para a segunda edição do festival. Bravamente empolgado, mesmo às 4h37 e com chuva, o público cantou em coro o refrão – uma ajuda e tanto para quem já não tem o mesmo timbre e agressividade vocal dos tempos áureos.
Com “Night Train”, a música composta por Slash e Duff McKagan em homenagem ao nome de um vinho bom e barato das épocas de vacas magras em Los Angeles, ainda na fase embrionária do grupo, o Guns completou duas horas de apresentação. Axl deixa a cena junto com seus companheiros.
Com “Night Train”, a música composta por Slash e Duff McKagan em homenagem ao nome de um vinho bom e barato das épocas de vacas magras em Los Angeles, ainda na fase embrionária do grupo, o Guns completou duas horas de apresentação. Axl deixa a cena junto com seus companheiros.
Richard Fortus retorna do backstage com um violão e o assobio desafinado do líder do Guns para anunciar a balada "Patience" mostra um Axl longe da afinação apropriada da canção, algo que ficou claro também no encerramento...da canção, claro.
Porque faltava ainda “Paradise City”, o grande hino dos Guns N´Roses, que assim como nas apresentações da turnê do ano passado, no Brasil, retirou dos pacientes fãs o último suspiro ainda possível dentro da Cidade do Rock. Após 2h20 de show, às 5h05 de segunda-feira, estava encerrado o Rock in Rio 2011. Nunca os fogos de encerramento, com a música tema do festival ao fundo, foram tão aguardados e comemorados, com o dia já querendo amanhecer. Que venha 2013.
sábado, 1 de outubro de 2011
Gossip Girl: Claudia Leitte dispara: Pô, eu canto Led Zeppelin
Gossip Girl: Claudia Leitte dispara: Pô, eu canto Led Zeppelin: Claudia Leitte dispara: Pô, eu canto Led Zeppelin A apresentação de Claudia Leiite no Rock in Rio ainda está rendendo assunto. Depois de ...
Claudia Leitte dispara: Pô, eu canto Led Zeppelin
Claudia Leitte dispara: Pô, eu canto Led Zeppelin
A apresentação de Claudia Leiite no Rock in Rio ainda está rendendo assunto. Depois de criticar astros internacionais em seu blog, a cantora resolveu explicar para a revista "Veja" desta semana por que desabafou na internet.
"Só se fala de Red Hot Chili Peppers e Rihanna. Quando esse pessoal vem ao Brasil, não dá tudo de si. Já fui a show deles fora do Brasil e é outra coisa. São superproduções", disse.
Perguntada se ficou com raiva por causa das críticas que recebeu, ela negou. "Eu escrevi com paixão, mas não cólera. Prostestei contra o preconceito", declarou.
Claudia Leitte ainda contou que adora o bom e velho rock 'n' roll. "Pô, eu canto Led Zeppelin há 15 anos. Cresci ouvindo rock. A banda de hardcore do meu tio se chamava Bactéria", comentou.
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